Ilha das Berlengas e Ilha Velha, Forte de São João Batista a Rocha do Elefante

A ocupação humana da Berlenga Grande (única habitável) remonta à Antiguidade, sendo assinalada como ilha de Saturno pelos geógrafos Romanos. Posteriormente foi visitada por navegadores Muçulmanos, Vikings, corsários Franceses e Ingleses.

Vista para os Jardins do teatro romano – Mérida

O Teatro Romano de Mérida é uma construção promovida pelo cônsul Vipsanius Agripa na cidade romana de Emerita Augusta, capital da Lusitânia (atual Mérida, Espanha). Foi construído nos anos 15-16 aC. O teatro passou por várias reformas, como no final do primeiro século ou início do segundo século, possivelmente durante o reinado do imperador Trajano, quando a fachada atual do fronte scaenae foi erguida, e outra na época de Constantino I (entre 330 e 340), a introdução de novos elementos decorativos, arquitectónicos e uma passarela ao redor do monumento. Depois do abandono na Antiguidade Tardia, foi coberto com terra, apenas as camadas superiores de assentos (summa cavea) continue a ser visível. A imaginação popular, o chamou de "As sete cadeiras", onde, segundo a tradição, vários reis mouros se reuniram para decidir o destino da cidade.

Teatro romano em Mérida – alta resolução

O Teatro Romano de Mérida é uma construção promovida pelo cônsul Vipsanius Agripa na cidade romana de Emerita Augusta, capital da Lusitânia (atual Mérida, Espanha). Foi construído nos anos 15-16 aC. O teatro passou por várias reformas, como no final do primeiro século ou início do segundo século, possivelmente durante o reinado do imperador Trajano, quando a fachada atual do fronte scaenae foi erguida, e outra na época de Constantino I (entre 330 e 340), a introdução de novos elementos decorativos, arquitectónicos e uma passarela ao redor do monumento. Depois do abandono na Antiguidade Tardia, foi coberto com terra, apenas as camadas superiores de assentos (summa cavea) continue a ser visível. A imaginação popular, o chamou de "As sete cadeiras", onde, segundo a tradição, vários reis mouros se reuniram para decidir o destino da cidade.

Elvas e o Aqueduto da Amoreira

O Aqueduto da Amoreira, conhecido como o "Aqueduto de Elvas" foi construído sob a orientação de Francisco Arruda a mando de João III de Portugal e liga o local da Amoreira à cidade de Elvas, tem 8,5km de extensão, 843 arcos e é considerado o maior aqueduto da Península Ibérica. É Património Mundial da UNESCO desde 2012.