Quando vir, em casa, num monitor maior, as fotografias das suas férias de sonho… pode ser tarde demais.
Nas máquinas analógicas este problema não tinha tanta importância porque, caso um pequeno pêlo ou um grão de pó ficasse preso ao negativo não haveria grande problema já que esse lixo não afectaria o negativo seguinte.
Com as digitais o problema é muito mais grave. A sujidade no sensor vai-se acumulando com o tempo, com as trocas de objectiva (no caso das DSLR) e com o ambiente que as máquinas frequentam e o “negativo” é sempre o mesmo. O sensor não “roda” para o sensor seguinte.
A maneira mais simples de detectar a sujidade é aproveitar uma superfície homogénea (o céu azul é um excelente parceiro) e, simplesmente, tirar uma fotografia com a objectiva mais fechada que possuírem e, a F45 (no exemplo em baixo), tirarem uma foto e esperar que o resultado seja francamente mais limpo que o da foto em baixo.
